Muitos críticos e pseudo-entendedores questionam os limites das manifestações artísticas contemporâneas. O que, na verdade, pode ser considerado arte, enquanto manifestação estética essencialmente humana e capaz de estimular instâncias da consciência (ufa, Wikipédia!)?
Se até então esta era uma questão central nos debates sobre o tema, o australiano Tim Pach tem chocado alguns, intrigado outros e conquistado uma legião de fans de um método, nada convencional, de “pintar”. O artista, que se autodenominou Pricasso ( uma junção de prick* com Picasso), utiliza o próprio pênis como pincel em seus quadros, valendo-se de todo o aparato genital e, às vezes, até das nádegas, quando determinado traço ou contorno exige uma maior espessura (se é que me entendem).
Em suas “pinturas”, utiliza apenas tintas à base de água e costuma terminar um quadro em aproximadamente 10 minutos, cobrando U$$ 250,00 por cada composição “pintada” (eu juro que tentei resistir aos trocadilhos).
Fundador da, então chamada, prick-art, este figuraça pôs algumas de suas composições para concorrer ao maior prêmio de arte da Austrália, o Archibald Prize, e em seu site é possível encontrar algumas de suas obras, como pinturas de George W. Bush e da rainha da Inglaterra, bem como um vídeo explicando todo seu “processo de trabalho”.
* gíria inglesa para designar o membro genital masculino


Loko esse cara hein!
Eu vi no Youtube um vídeo de uns irmãos que estão imitando este australiano. Será que essa moda vai pegar?
: )
Mal gosto!!
Gostei do post, Leo! Muito bom esse seu jeito de pegar os dados apurados e transformar em um post fácil, rápido e bom de ler.
Mandou bem, mlk!
Abraço.
Obrigado, Rod!
Outro abraço.
KKKKKKKKKKKK
teu blog tá virando um show de Quirkies!!!
muito bom, leozinhoooooo!
Adorei!!!
Muito legal o post, mas faltou indicar o site do Pricasso e as legendas das fotos.