Quando Dédalo projetou uma asa feita com penas de animais e cera e utilizou o filho como cobaia do experimento, não contava que, por uma distração do vaidoso Ícaro, uma das mais conhecidas histórias da mitologia grega estava sendo escrita. O inventor advertiu o jovem a não se aproximar do sol, entretanto, inebriado pela sensação de liberdade, Ícaro esqueceu da recomendação do pai e quando a cera que colava a penugem derreteu, despencou dos céus, morrendo ao cair em alto mar.
Uns 30 séculos depois, mais precisamente na manhã do dia 14 de maio de 2008, hoje, um ex-piloto militar da suíça sobrevoa os alpes com uma espécie de asa um pouco mais sofisticada do que a utilizada pelo pai de Ícaro. Yves Rossi, conhecido como “homem fusão”, salta de aviões com suas asinhas equipadas com jatos e dá piruetas, como se estivesse em uma esquadrilha.
O Jetman europeu não teve o destino trágico do herói grego, mas, segundo a agência “noticiosa” Reuters, Rossi acaba de entrar pra “mitologia” contemporânea como o primeiro homem a fazer este tipo de vôo.

Eu li a matéria no G1, mas adorei a forma como vc contou, correlacionando com a mitologia grega.
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