Arquivado em: bilheteria | Tags: Clarah Averbuck, Leandra Leal, Máquina de Pinball, Murilo Sales, Nome Próprio
Egoísta, compulsiva, instável, Camila nos revela logo de cara o universo claustrofóbico de uma jovem sem perspectivas e valores, que provavelmente representa categoricamente toda uma geração, sobre a qual foram lançadas quantidades torrenciais de novidades cibernéticas e tecno-globalizadas. Uma geração que acompanhou de perto suas vidas tornarem showbusiness em um mundo cada vez mais blogosferizado deste início de século/milênio.
Sétimo longa-metragem de Murilo Salles, “Nome Próprio”, baseado em textos da blogueira Clarah Averbuck, funciona mais do que uma máquina de pinball. Ele nos introduz no jogo alucinado de palavras e filosofias pobres de uma mulher sem sentido interpretada com boas doses de convicção pela talentosa Leandra Leal.
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