Certa noite, a falta do que fazer e o excesso de ideias criativas povoando sua mente, sempre inventiva, fizeram a jornalista Renata Victal (Vic, para os íntimos) pular do sofá saltitante com a sua mais nova ideia: promover encontros regulares e informais nos quais as pessoas levassem poesias e as pendurassem em varais para serem lidos por todos. Enquanto ela não organiza o meeting, que tem tudo pra ser bafo, na hora, seus dedos pularam pro teclado e o blog Poesia no Varal foi criado. É só entrar, saborear e, porque não, se atrever a postar.
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Aviso aos paparazzi
O BIZU acaba de completar um aninho de vida. Para comemorar, o crème de la crème do noticiário internacional deve marcar presença no evento, que tem tudo pra entrar pra história da blogosfera, quiçá da internet. Uma festinha para convidados vai causar um burburinho nas imediações do hotel @#%&#*W@ por onde entrarão tropeçarão pelo red carpet ilustres nomes como Amy Winehouse, Preta Gil, Britney Spears, Sandy, Michael Jackson, Mulher Melancia e uma colunista de um jornal de São Paulo noticiou que um tal de Dado @#*$($ deve estrear como DJ.
Achou pouco?
Nada confirmado ainda, mas talvez Madonna dê uma passadinha na it party com Jesus à tira colo. Ai meu Deus!!!
Blogar por compulsão, blogar por paixão.
Há um ano eu começava mais um blog pra espalhar por aí pílulas pasteurizadas de cultura pop (to inspirado hoje). Foram vídeos, imagens, notas bafônicas, dicas e devaneios deste blogueiro que vos escreve sobre suas impressões (muitas vezes devaneios) sobre os fatos e futilidades que pautam 9 entre 10 conversas de boteco e não necessariamente de bêbados.
O que seria de um jornalista neurótico por Trakinas de Morango (post não patrocinado pela Nabisco) como eu, refém de todas as parafernalhas contemporâneas de acesso à informação possíveis, se não fossem as tão abençoadas mensagens do Twitter, os alertas do Google e os e-mails em Powerpoint (saco) do amigos ? Minha vida não seria a mesma, mas eu juro que um dia eu largo tudo vou morar numa fazenda, ou melhor, numa ilha, porque carioca não vive sem praia, mesmo que nunca tenha tempo pra ir. Até a próxima bobagem.
Arquivado em: editorial | Tags: Salgueiro Campeão Carnaval Escola de Samba 2009
TAMBOR DÁ UM BANHO

Se este blog existisse desde 1993, quando meus ímpetos de pequeno escritor começavam a aflorar e o Salgueiro foi campeção com “Peguei um Ita no Norte”, com certeza, este post seria o mais aguardado. Há 16 anos esperava pelo momento de gritar “É campeão” para toda a Tijuca ouvir. Ver o salgueiro liderar a apuração do início ao fim, deixando pra trás as azul-e-branco Beija-Flor, Portela e Vila Isabel foi algo assim indescritível.
Valeu mago Renato Lage! Valeu Salgueiro! Rompemos furiosamente com os grilhões do favoritismo então reinante em nosso carnaval, mostrando pro Brasil e pro mundo que carnaval não se faz apenas com celebridades e grandes patrocinadores. O que o carioca tem vem dos morros e do samba que não para de ecoar, fazendo nossos corações salgueirenses pulsarem como tambores rulfando intensamente rumo à décima vitória do nosso pavilhão vermelho e branco tijucano.

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Olá ! Sei que fiquei quase duas semanas sem cuidar d’O Bizu, mas como ele é um blog novinho, que nem um ano completou ainda, é justificável a sua carência por novidades do mundo pop e coisas in(úteis) que passam por minha caixa de e-mail todos os dias. Informações sem as quais ninguém morreria, mas também não conseguem mais viver.
As bobagens nossas de cada dia estão de volta após 13 dias sem atualizações, por motivos de excesso de atribuições e falta de organização deste blogueiro que vos fala. Mas agora, com o carnaval a vista e o ano, realmente, começando estamos de ponteiros ajustados para voltar ao mundo hypado do pop.
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Tin tin!

É isso, acabou 2008 e é chegada a hora das promessas e desejos de Feliz ano novo ou “Boas entradas” de sempre.
Farei diferente, portanto, fiz uma listinha com desejos que possam me alegrar a todos nós:
1) Que a Amy winehouse continue nos dando motivos pra falar de sua vida
2) Que o Radiohead toque Anyone Can Play Guitar no show
3) Que a Alanis toque o mínimo possível de músicas do seu penúltimo álbum
4) Que a Bitchney aprenda, definitivamente, a cantar sem playback
5) As pessoas parem de levar até as últimas consequências as efemérides do ano (2009 tem um monte delas)
6) Que o Renato Aragão e a Xuxa entendam, que já deram o que tinha que dar
7) Que a Luana Piovani arrume um namorado nerd, nerd tímido e certinho
8) Que o Eduardo Paes não crie um blog ( nem um ex)
9) Que os carros da beija-flor sejam compreendidos por quem assiste ao desfile sem a sinopse na mão
10) Que o Tim Festival pare de nos enganar com atrações pífias
11) …
UM EXCELENTE ANO NOVO PARA TODOS!
(NÃO RESISTI)
Arquivado em: editorial, we tube | Tags: funk Cidade sabrina fidalgo festival rio
Sorria, você está na Cidade do Funk!
Galera, saiu o teaser do documentário “Cidade do Funk”. Não, não se trata de mais um favela-movie, mas uma investigação bem pontual sobre o gênero musical que aqui no Rio ganhou nova forma e identidade e que acabou conquistanto todo o mundo.
O filme, que deve estrear no Festival do Rio 2009, ainda está em fase de produçao pela cineasta carioca Sabrina Fidalgo, que há três anos (vida de cineasta brasileiro não é fácil! ) vem rodando o mundo e catalogando imagens e depoimentos incríveis de grandes referências no tema, como os Dj`s Marlboro e Sany Pitbull.
E como eu sei que as cachorras e os tigrões do Bizu são muito ansiosos, aí vai uma palhinha liberada por Sabrina no You tube. Feliz Natal!
Sequinha e sem tombos.

Que indiscreta esta menina de óculos escuros. Manjando a Madonna na frente do Maracanã lotado!!!
De críticas e notícias sobre o show da Madonna a internet e todos os jornais cariocas já se encarregaram de entulhar de informações in-úteis os seus leitores. Portanto, aí vão as percepções inesquecíveis de quem esteve diante daquilo que parece prever a tendência dos megaespetáculos do século XXI. Na contramão do fracasso mundial da indústria fonográfica, em Stick And Sweet tour vídeo-arte, tecnologia e a energia inebriante desta senhora adorada como deusa, convergem para aquilo que o público não pensa em definir quando reage ao menor estímulo provocado por Madonna: êcstase.

E, realmente, quando as primeiras balinhas (hard candy, galera) apareceram no impactante vídeo de abertura do show de ontem, a impaciência pelo atraso de 1h e 40 min se dissipou no ar e como um hálito de bala de cereja, a rainha surge em seu trono nos convidando para sua “candy shop”.
Algumas canções teriam soado mais emocinantes na versão original, como “Boderline” e “Hung Up”, mas a revisão de “Like A Prayer” não impediu que, emocionado, o público vibrasse em uníssono cada verso da música. A cada momento do show, uma surpresa visual tomava de assalto os fãns, que não se continham em gritos ao nome de sua musa, na esperança de poder voltar pra casa com aquela sensação de “ela olhou pra mim” (sic).
Com vitalidade que deixaria muitas Britneys no chão, Madonna cantou para um Maracanã em festa, enlouquecido com o espetáculo visual e sonoro que, ali, só servia de pano de fundo para uma estrela que há mais de 25 anos brilha no mundo pop.

Arquivado em: editorial, zapping | Tags: Flora A favorita Jogos Mortais terror
Hello, Flora! Do you want to play a game?
Se não fossem pelos atores Mauro Mendoça e Patrícia Pillar na foto acima, poderíamos imagianr que se tratava de uma cena de algum blockbuster norte-americano de terror. Mas parece que o gênero anda habitando as instâncias narrativas de João Emanuel Carneiro, autor de A Favorita. No capítulo de ontem, as macabras cenas que precederam a morte do personagem Gonçalo em nada deixaram a dever aos clássicos clichês do cinema trash (com direito a esbaforidas subidas de escada acompanhadas por uma trilha sonora macabra).
Ao meu parecer de noveleiro confesso e incurável consumidor de cultura pop, foi algo inédito na televisão (mais uma inovação do folhetim) e qualquer crítica negativa deve dar um desconto ao fato de que este tipo de cena não é nenhum pouco comum no horário nobre, marcado por bossas novas e paisagens de um Rio de Janeiro que só existe no âmbito do Projac. A interpretação dos atores também é inquestionável. Deu até pra ficar com medo da Flora, mas nas cenas que mostraram as marcas de suposto sangue por toda a mansão, bem que cairia muito bem a fatídica música-tema de Jogos Mortais.

Show de animação nos clipes de In Rainbows
Para quem curtiu o clipe de “Paranoid Android”, do antológico álbum OK Computer, as animações dos novos clipes do In Raindbows são um prato cheio (de efeitos e criatividade). Em março deste ano, a banda lançou um concurso de animação para algumas músicas do disco. O resultado nos revela a grande variedade de recursos utilizados. Desde o estilo que mescla mangá com 3d em “15 Step”, passando pela incrível animação Stop Motion de “Weird Fishes”, um show de piração non sense que nós adoramos em tudo que o radiohead faz (até o “Amnesiac”).
Voltando um pouco no tempo, com o humor negro de “Paranoid Android” em seguida quatro clipes da nova safra: “15 Step”, “House of Cards”, “Reckoner” e o incrível “Weird Fish”.
Divirtam-se!
Todos os clichês possíveis
Se tem uma coisa que já virou marca no mundo pop é a falta de originalidade musical. Não é a toa que quando alguém resolve fazer algo diferente já vira a grande sensação do momento, capaz até de limpar a imagem de Britney Spears, como aconteceu com o ótimo álbum “Blackout”, que trouxe a música “Everybody” com sample de “Sweet Dreams” do Eurythmics, também regravada por Marilyn Manson. Afinal, quer coisa mais pop do que fazer músicas com samples famosos dos anos 80?
Confesso que ainda não tinha ouvido “Reach Out” da Hillary Duff, que acaba de lançar oficialmente o clipe da música e qual foi minha surpresa e decepção? Mais uma versão com sample de “Personal Jesus” do Depeche Mode. Depois de Johnny Cash, Gravity Kills, Marilyn Manson (de novo ele) e Richard Cheese agora é a vez da loirinha com cara de titia-vai-te-pegar. Só que na versão de Duff ela ganha outra letra, outro nome e todos os clichês de clipe pop atuais possíveis ( com a participação do rapper The Prophet).


